O dia amanhece e logo que olho pela janela vejo o tempo nublado. No lugar do sol, gotas de chuva, ou quase uma tempestade, em se tratando de uma cidade como Fortaleza.
A vontade para acordar é mínima, ainda mais depois de dormir tarde na noite anterior. Mas é o jeito. Um esforço e acordo para malhar (pasmem).
Depois é hora de trabalhar.
O trânsito fica um verdadeiro caos. Fortaleza já não está tão bem assim de tráfego, imaginem vocês num dia em que cai "um toró daqueles". Hoje foi assim.
Quando chego no trabalho, a chuva parece querer morrer, mas logo volta a todo vapor.
Pela cortina da sala gelada (ainda mais gelada por causa do tempo) só é possível ver a escuridão, e olhe que era meio-dia!
Não bastasse o aguaceiro, relâmpagos seguidos de trovões. Parecia que o teto ia cair na cabeça da gente. Nas ruas, o caos já estava instalado. Sinais parados, ruas esburacadas, batidas de carros, de motos e de ônibus.
Pronto: está feita a pauta para os próximos dias, ou meses. Chuva e conseqüências da chuva na capital cearense.
Ah! E pode ter certeza a chuva será a conversa das mesas de bar, dos salões de beleza, das academias, dos escritórios, das clínicas... Nessa época, só quem disputa com a chuva é o Big Brother e o Campeonato Cearense de Futebol. Mas, como a chuva atinge a maioria, ou melhor, todos, ganhará audiência sem dúvidas.
É ver para crer...
Ou melhor, é chover para ver!
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
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